Notícias

05 de dezembro de 2019

Poema de Concreto Armado

Galeria de Fotos

O Grupo de teatro Pé Nu Palco apresentou nos dias 03 e 04 de dezembro o espetáculo “Poema do Concreto Armado” – texto de Rodrigo Robleño escrito na década de 80. 

POEMA DO CONCRETO ARMADO

Texto de Rodrigo Robleño

Professor Diretor: Robson Vieira

Poema, palavras encadeadas, jogadas ao vento, ora em versos, ora em rimas, constroem um sentido seja cartesianamente entendido ou não.

Concreto, massa dura cinzenta, feita a partir da mistura entre areia, água, brita talvez e matéria quimicamente modificada para criar dureza, rigidez e forma ou fôrma.

O “Poema do Concreto Armado”, texto de Rodrigo Robleño, escrito na década de 80 e sem modificações na escrita, deu origem ao novo espetáculo do Grupo de teatro “Pé Nu Palco”.

O texto traz um jovem Artul, que vive em uma sociedade pós-consumo habitada por uma raça sub-humana, como descreve o autor. Ele quer voar, sente que seu papel e criar asas e voar livremente, mas a submissão em que vive aquela sociedade não lhe dá espaço para tal, e mesmo assim com seu ímpeto de jovem ele decide alçar voos.

O texto foi escolhido a partir de uma pesquisa sobre o teatro do absurdo, quando os integrantes do Grupo leram vários textos de autores diferentes sobre o tema.

A peça fala do absurdo em que vive uma sociedade, que é vigiada por um homem que tudo vê, e detendo o poder do capital comanda a vida de todos. O trabalho é um convite à reflexão sobre a liberdade de expressão e de escolhas sobre o destino.

Compartilhe